A Justiça de Maringá, no Paraná, concedeu liminar – ou seja, decisão provisória e urgente – para suspender a desclassificação de uma candidata que não passou no teste psicológico. A candidata, aprovada no concurso público para técnica em higiene bucal da prefeitura, foi reprovada no exame psicológico. Para a Justiça, a desclassificação não seguiu critérios objetivos e nem justificou a suposta inaptidão da moça, que foi aprovada nas outras etapas do concurso.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão que condenou a capital e um hospital conveniado ao SUS a indenizarem mãe e filho depois do erro médico que causou a amputação do dedo da mão do recém-nascido. A família conseguiu provar na Justiça que a amputação do dedo do bebê, que nasceu prematuro, foi erro médico. A família demonstrou que o garroteamento inadequado no acesso à veia do recém-nascido causou necrose e a perda do polegar direito. Ao todo, a família receberá R$ 100 mil por danos morais e estéticos.
00:00 – Suspensa desclassificação por teste psicológico
00:35 – Mantida condenação por erro médico