Uma empresa deve pagar R$ 35 mil de indenização a uma mulher trans desrespeitada no trabalho. Durante cinco anos no local, ela não foi chamada pelo nome social nem podia usar o vestiário feminino. Segundo o TST, a empresa argumentou que outras trabalhadoras não gostavam da presença dela no banheiro e que não tinha como resolver a situação.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Indústria Moedeira e a Casa da Moeda do Brasil assinaram um acordo coletivo de trabalho. O ajuste foi elaborado com a mediação da vice-presidência do TST, sob a direção do ministro Mauricio Godinho Delgado. Dentre os principais pontos, estão o reajuste salarial de 3,93%, o pagamento de abono indenizatório único de R$ 1.500 e auxílio-creche de R$ 872 por dependente.