O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve decisão que reconheceu como discriminatória a dispensa de um operador de produção de uma empresa que atua na exploração de petróleo e gás. O empregado, que estava em tratamento contra dependência química, foi desligado sem justa causa logo após um período de internação médica.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou uma clínica e uma esteticista a pagarem R$ 23 mil por danos materiais e R$ 25 mil por danos morais e estéticos por erro em procedimento estético. A cliente contratou a aplicação de fios de sustentação, mas a clínica injetou substância que causou inflamações e manchas.
00:00 – Dispensa discriminatória de trabalhador
00:41 – Erro em procedimento estético