A Constituição de 1988 trouxe avanços fundamentais, mas quando o assunto é longevidade, o Brasil ainda enfrenta desafios para alcançar os índices de países desenvolvidos e até de alguns vizinhos latino-americanos.
Por que ainda estamos atrás de países como Uruguai, Chile e Colômbia? Quais políticas públicas e garantias jurídicas podem mudar esse cenário?
No próximo Direito sem Fronteiras, vamos debater os fatores que influenciam a expectativa de vida e o papel do Estado na promoção de um envelhecimento com dignidade.