Homem que assassinou a ex-companheira foi condenado a 43 anos de prisão, no Distrito Federal. De acordo com o Tribunal de Justiça, o feminicídio foi praticado por motivo fútil, com dificuldade de defesa da vítima e na frente da filha do casal, que tinha 8 anos. Além disso, para o juiz do caso, o homem tinha comportamento machista e "fundado em crenças estereotipadas de gênero".
No Ceará, com novos Juizados da Mulher, o Judiciário pretende garantir que medidas protetivas sejam concedidas em até 24 horas. De acordo com o TJ, entre as iniciativas adotadas, estão a inauguração de duas unidades especializadas em Fortaleza. A corte também diminuiu o tempo para julgar processos de feminicídio. Saiu de uma média de 611 dias, em 2023, para 557, em 2024.