Quase 95% das crianças e adolescentes afastados de suas famílias por medida judicial crescem em instituições e não em lares, uma realidade que reforça a importância de um acolhimento baseado no cuidado, na proteção e no afeto.
O Repórter Justiça mostra que, diferentemente da adoção, o acolhimento familiar é temporário: um ato de amor que tem começo, meio e fim. A família acolhedora é responsável pelos cuidados e pela proteção da criança enquanto durar a medida protetiva, com prazo máximo de um ano e meio.
Especialistas explicam que o acolhimento familiar garante que a criança esteja longe de situações de violência, negligência e abandono, ajudando a desenvolver vínculos afetivos, habilidades sociais, autoestima e sensação de pertencimento, aprendizados para a vida, num momento tão delicado.
O programa também destaca que a família interessada em se tornar acolhedora precisa atender a uma série de critérios. O primeiro passo é participar de uma palestra on-line de apresentação do programa, que explica os objetivos, as responsabilidades e a importância do acolhimento temporário. Esse contato inicial permite que a família compreenda plenamente o papel que vai exercer de cuidado, apoio e proteção.
O Repórter Justiça também mostra como o Poder Judiciário incentiva e atua junto às famílias acolhedoras. Você vai conhecer iniciativas de tribunais que fortalecem o acolhimento familiar, mostrando que a justiça também se constrói com sensibilidade, escuta e responsabilidade social.