Em um paÃs marcado por histórias, realidades e rostos distintos, reconhecer e valorizar as diferenças é garantir que todos tenham as mesmas oportunidades, respeito e justiça, independentemente da cor da pele. Promover a equidade racial é um dever de todos: do governo, da sociedade civil, das instituições e do Poder Judiciário.
O Repórter Justiça acompanhou a segunda edição do Prêmio Equidade Racial do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer e valorizar as iniciativas dos tribunais de combate ao racismo institucional e estrutural. Você vai ver que o prêmio incentiva práticas inovadoras e sustentáveis, tornando o sistema de justiça mais inclusivo, representativo e comprometido com a diversidade racial.
Nossos repórteres mostram que o primeiro lugar na categoria Boas Práticas foi para o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, do Rio de Janeiro. O Tribunal alterou o nome do prédio para Esperança Garcia: mulher preta escravizada e reconhecida pela OAB como a primeira advogada do Brasil.
O programa também mostra iniciativas de outros tribunais que também foram premiados pelo CNJ, como o Superior Tribunal Militar. O STM vem ampliando a participação de pessoas negras em seus quadros e sinalizando que o combate ao racismo institucional precisa estar presente também nos espaços mais tradicionais da Justiça brasileira.