Intolerância, preconceito, desafios e conquistas. A luta por dignidade e respeito às pessoas LGBT no Brasil é antiga.
O Repórter Justiça mostra como as pessoas LGBT enfrentam uma série de desafios e formas de preconceito que impactam a saúde mental, a vida social, profissional, familiar e a própria segurança. Pesquisas revelam que a comunidade LGBT está mais exposta a agressões físicas, por isso a necessidade de políticas públicas voltadas para a promoção da igualdade e inclusão.
O programa mostra decisões importantes do Poder Judiciário para a garantia de direitos. Em 2015, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal reconheceu o direito de casais homoafetivos adotarem crianças, equiparando a união homoafetiva à união estável entre homem e mulher. Já em 2019, outro avanço importante: o STF equiparou a LGBTFOBIA ao crime de racismo.
Nossos repórteres também mostraram uma decisão histórica. O Superior Tribunal de Justiça reconheceu, pela primeira vez, o direito ao registro civil com gênero neutro, marcando um importante avanço na garantia dos direitos das pessoas não binárias no Brasil: aquelas que não se reconhecem nem como homem, nem como mulher.
E ainda: a iniciativa de uma empresa que, de forma orgânica e natural, acabou contratando boa parte dos funcionários LGBTQIAPN+. É sobre pessoas e empresas que contribuem para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva.