As tarifas alfandegĂĄrias impostas pelos Estados Unidos atingem o mundo todo e, na opiniĂŁo generalizada de analistas e economistas, podem causar inflação, recessĂŁo, desemprego e ter consequĂȘncias polĂticas graves, mesmo nas economias mais sĂłlidas.
No caso da Europa, os prognĂłsticos aguçam a percepção de que as dificuldades que o continente enfrenta seriam mais do que circunstanciais. Representariam uma nova etapa da trajetĂłria de declĂnio do continente, uma perda de poder relativo no mundo, frente aos Estados Unidos e a China.
Essa tendĂȘncia do destino da Europa jĂĄ se verificaria, pelo menos, desde a grande crise econĂŽmica de 2008, jĂĄ que os paĂses do continente nunca se recuperaram completamente do tombo global e, agora, precisam enfrentar o tarifaço sem o lastro que os EUA e a China tĂȘm.
Para discutir o assunto, o jornalista Guilherme Menezes conversa com Adrian Nicolas Abdala Young – professor do Instituto de CiĂȘncia PolĂtica da UNB, a Universidade de BrasĂlia â e com Leiliane Rodrigues CorrĂȘa Silva – mestra em Direito Internacional.
NĂŁo perca.