Quando uma pessoa é presa, fica afastada do convívio familiar. A visitação é garantida por lei, mas nem sempre isso é suficiente. Em muitos casos, os detentos são abandonados pela família. O que é significativo principalmente quando se trata das mulheres privadas de liberdade, que recebem bem menos visita do que os homens privados de liberdade. Por outro lado, a prisão também se reflete em quem está fora das grades. Quando um pai é condenado, a mãe deixa a casa ou um filho é preso, todos sofrem as consequências.
O apoio psicológico e assistencial é fundamental para tentar diminuir os efeitos da restrição desse convívio familiar, que faz parte da recuperação e ressocialização dos presos. O documentário “Família e Justiça Criminal” mostra as políticas públicas que vêm sendo implementadas e os resultados conquistados com o método da Apac – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados.