As Nações Unidas afirmam que mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo, sofrem as consequências de desastres naturais ou provocados pelo homem, como guerras, e precisam de socorro urgente. É o caso, por exemplo, das populações do Haiti, do Afeganistão, da Ucrânia, do Iêmen e de Gaza.
Segundo a ONU, a fome se intensifica nesses paĂses por causa dos cortes na ajuda humanitária. Os Estados Unidos, um dos maiores contribuidores, diminuĂram drasticamente sua ajuda externa, depois da posse de Donald Trump. A previsĂŁo Ă© que, em 2026, 318 milhões de pessoas, em todo o mundo, enfrentem nĂveis crĂticos de fome. Esse nĂşmero Ă© mais do que o dobro registrado em 2019, um ano considerado caĂłtico.
E esse é o tema do programa Direito sem Fronteiras desta semana. O jornalista Guilherme Menezes conversa com dois convidados: Igor Andre Bastos Carneiro – economista e administrador, coordenador de parcerias do Programa Mundial de Alimentos da ONU, no Brasil; e Daniela Jacques Bauner, defensora pública da União.
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